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Água
- Água
A água é essencial à vida. É um elemento estruturante em diversos domínios, tais como a agricultura, as florestas, a biodiversidade, a indústria, a energia, as pescas, as cidades, a saúde e o turismo.
No planeta a água existe no gelo das calotes polares, no vapor que circula na atmosfera e no estado líquido nos rios, lagos, mares e massas de água subterrâneas. O ciclo hidrológico - a circulação da água entre a atmosfera e o globo terrestre - está sujeito a pressões externas, como a poluição, o uso excessivo, a introdução de espécies exóticas e alterações físicas, como alterações de caudal e da continuidade dos rios.
Para garantir, atualmente e para as gerações futuras, a disponibilidade de água com qualidade e em quantidade, é preciso planear, gerir os seus usos e monitorizar. Por isso, a mudança de paradigma na gestão da água conduz ao envolvimento de todos os atores pois a sua utilização tem cada vez mais de ser realizada por princípios de sustentabilidade e eficiência.
Em Portugal a gestão dos recursos hídricos - águas superficiais e subterrâneas - tem os seguintes princípios: o acesso de todos à água, a sua proteção como bem ambiental e a sua utilização eficiente, enquanto recurso escasso.
- Ciclo Natural da Água
Este Ciclo, também conhecido por Ciclo Hidrológico, é o movimento que a água faz na Natureza. É um movimento infinito e circular.
O ciclo da água é essencial à vida na Terra pois permite a sua renovação, assim como a renovação da biodiversidade. É através do Ciclo Hidrológico que ocorrem a variação climática, a criação de condições para a vida do Homem, das plantas e dos outros animais, a purificação e circulação de água nos rios, lagos e oceanos. São os três reservatórios naturais – oceanos, continentes e atmosfera – que ao manterem entre si a circulação permanente da água permitem que esta mude de lugar e de estado físico vezes sem conta. A este fenómeno dá-se o nome de Ciclo Natural da Água ou Ciclo Hidrológico da Água.
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- Ciclo Urbano da Água
Para a maioria de nós, basta abrir uma torneira para termos água potável, que usamos para os mais diversos fins, como a higiene pessoal, a preparação de alimentos, a rega, entre outras. Mas existe todo um percurso que a água faz antes de chegar à torneira. Depois de utilizada, o que acontece a essa água?
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- Água para consumo humano
Água para consumo humano é toda a água, seja em seu estado original ou após tratamento, destinada a beber, cozinhar, preparar alimentos ou para outros fins domésticos, de higiene pessoal e em qualquer processo do setor alimentar. Para ser considerada segura, esta água deve ser livre de micro-organismos, substâncias tóxicas e contaminações, garantindo que não oferece riscos à saúde.
Desde o dia 1 de janeiro de 2020, por deliberação das respetivas Assembleias Municipais, a Empresa Intermunicipal de Ambiente do Pinhal Interior (APIN) tem a gestão e exploração delegada do serviço de abastecimento de água.
Neste sentido e para obter mais informações relativamente à água para consumo para humano deve consultar o portal da APIN.
- Águas residuais
Águas residuais são águas contaminadas pelo uso humano, que inclui água de sanitários (águas negras) e de banhos, cozinhas e máquinas de lavar (águas cinzentas). O seu tratamento numa Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) é crucial para remover poluentes e permitir que a água seja devolvida ao meio ambiente em condições seguras. Este processo envolve várias etapas, como remoção de sólidos, tratamento biológico e, se necessário, desinfeção.
Desde o dia 1 de janeiro de 2020, por deliberação das respetivas Assembleias Municipais, a Empresa Intermunicipal de Ambiente do Pinhal Interior (APIN) tem a gestão e exploração delegada do serviço de abastecimento de águas residuais.
Neste sentido e para obter mais informações relativamente às águas residuais deve consultar o portal da APIN.
- Águas pluviais
Águas pluviais são as águas resultantes de precipitação atmosférica como chuva, neve ou granizo.
Após a ocorrência de fenómenos de precipitação, o percurso das águas pluviais, é inicialmente feito à superfície nas áreas impermeáveis, como por exemplo, telhados, pátios e valetas de arruamentos, mas é rapidamente conduzida para os coletores instalados subterraneamente, através das sarjetas e sumidouros, onde flui até ser devolvida aos cursos naturais de água, lagos, lagoas, baías ou no mar.
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As sarjetas de passeio e sumidouros são importantes dispositivos de entrada de fluxos de água, dado que garantem o acesso das águas pluviais às redes de drenagem, contudo, são frequentemente objeto de deposição de resíduos, quer decorrentes do arrastamento das águas da chuva, quer decorrentes da atividade humana, como óleos alimentares, garrafas, beatas, entre outros.
- Plano de Poupança de Água do Município de Ansião
Em desenvolvimento...
